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Minhas pinturas são portais de imersão sensorial, onde a natureza se torna uma personagem e a Amazônia, um templo. Através de camadas vibrantes, folhagens oníricas e geometrias ocultas, convido o olhar a se perder e se encontrar.
A espiritualidade das plantas guia minha mão. Elas guardam alma, presença e memória. Meu processo é físico, espiritual e imaginativo, como um ritual silencioso onde som, cor e tempo se fundem.
Para mim, a pintura é um organismo vivo.
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